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Quarta-feira, 20 de Maio de 2026
Gabriel
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Colunas/BUSINESS NEWS RMC

Em novo modelo de negócios, DHL prioriza Viracopos

Empresa quer reduzir dependência do hub de Miami

Em novo modelo de negócios, DHL prioriza Viracopos
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Com uma meta de 30% de crescimento em seus negócios na área de logística, a DHL Global Forwarding decidiu dar uma guinada em suas estratégias e reduzir a dependência do aeroporto de Miami. Para atingir a meta estabelecida para 2026, a companha escolheu os aeroportos de Viracopos, em Campinas, e Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo,  como seus principais hubs regionais de distribuição de cargas na América Latina.

Aeroporto vai ser usado para triagem de cargas

Até então, de acordo com matéria do portal Exame, as cargas provenientes da Ásia e da Europa com destino ao Cone Sul passavam por Miami antes de seguir para outros países latino-americanos. A nova estratégia inverte esse caminho, utilizando os dois aeroportos localizados no Estado de São Paulo como ponto de triagem e redistribuição

Viracopos registra maior movimento para o mês de janeiro

O Aeroporto Internacional de Viracopos se transformou, definitivamente, em um dos principais pontos de partidas e descolagens de passageiros do Brasil. Impulsionado pelas férias escolares, o aeródromo regional recebeu no mês de janeiro 1.160.942 de viajantes, alta de 4% na comparação com o mesmo período de 2025. O número do primeiro mês do ano foi o melhor do mês, superando os 1.151.211 passageiros que embaraçam e desembarcaram em janeiro de 2023.

Voos internacionais saltam 12%

Viracopos também vem crescendo no volume de voos para o exterior. De acordo com a concessionária que administra o Aeroporto Internacional, em janeiro desse ano foi registrado um total 108.303 passageiros em embarques e desembarques para destinos internacionais, alta de 12% em relação a janeiro de 2025.

Venda da Medley entra na reta final com disputa acirrada

O anúncio de quem deverá ficar com os ativos e a marca Medley, empresa farmacêutica de Campinas, na Região Metropolitana de Campinas (RMC), está previso para ser definido pela multinacional francesa Sanofi em março. Embora a atual proprietária tenha em mãos seis propostas, dois nomes são dados como favoritos para ficar com o ativo da terceira maior empresa de genéricos do Brasil: a indiana Sun Pharma, que deseja colocar os pés no mercado nacional, e a brasileira EMS, também da RMC.

Gigantes travam briga bilionária pelo negócio

A Sanofi, que adquiriu a Medley da família Negrão em 2009, por cerca de R$ 1,5 bilhão, inicialmente esperava arrecadar alto em torno de US$ 1 bilhão com o negócio. Segundo fontes do mercado, a EMS, primeira no ranking de genéricos no país, teria oferecido cerca de R$ 2 bi, valor abaixo do esperado. A indiana, por sua vez, de olho no mercado bilionário nacional, poderia aumentar esse valor na entrega das propostas vinculantes, que vai acontecer entre o final de fevereiro e início de março.

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Business News RMC

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Business News RMC

Coluna editada pelo jornalista Marcelo Oliveira sobre economia na Região Metropolitana de Campinas.

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