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Quarta-feira, 19 de Agosto 2026
Gabriel
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RMC tem três cidades com alta demanda imobiliária no segmento de alto padrão

Indaiatuba lidera em atratividade no Padrão Econômico

RMC tem três cidades com alta demanda imobiliária no segmento de alto padrão
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O relatório Indice de Demanda Imobiliária brasileiro do segundo trimestre de 2026 aponta três cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC) como destaques no segmento de alto padrão. Neste grupo são avaliados indicadores para potencial de vendas de imóveis com valor superior a R$ 811.480. Campinas se manteve na 15ª colocação em atratividade. Indaiatuba, que estava em 58º lugar no primeiro trimestre, subiu para a 28ª posição no Brasil. A cidade de Santa Bárbara D’Oeste, por sua vez, caiu três posições, de 75 para 78 lugar.

Campinas cai 14 posições em atratividade de Médio Padrão, mas lidera na RMC

Assim como na categoria Alto Padrão, com imóveis, Campinas lidera entre as cidades da RMC em atratividade imobiliária de Médio Padrão, com valores entre R$ 575.752 a R$ 811.479. Porém, a atratividade sofreu forte queda no segundo trimestre. A cidade caiu da 21ª posição para a 35, com atratividade classificada como média pelo IDI Brasil. Indaiatuba subiu duas posições, passando de 60 para 57, também com atratividade média. Santa Bárbara D’Oeste, por sua vez, caiu seis posições, de 64 lugar para 58, com atratividade baixa.

Indaiatuba lidera em atratividade no Padrão Econômico

Na categoria Padrão Econômico, com imóveis de valores entre R$ 115.160 a R$ 575,751, o levantamento da IDI Brasil coloca Indaiatuba na primeira posição entre as cidades de RMC. No ranking nacional, a cidade ficou na 29ª posição de atratividade no segundo trimestre de 2026, ante a 49ª colocação no trimestre anterior. Campinas perdeu posições, saindo de 23 para 33. Já Santa Bárbara passou para a 44ª posição, ante a 66 colação no primeiro trimestre.

Ocupação hoteleira econômica e de alto padrão da RMC aumenta em julho

A ocupação hoteleira na Região Metropolitana de Campinas (RMC) teve ligeira alta nas categorias econômica e alto padrão em julho, mês de férias, enquanto a classe intermediária registrou leve retração. É o que mostra o levantamento mensal do Campinas Convention Campinas. A ocupação média na classe econômica subiu de 57,74% em junho para 60,08% no mês passado. Na Upscale (resorts), em razão das férias escolares, o percentual subiu de 36,43% para 39,43%. A categoria Midscale (intermediária) foi impactada com a redução dos eventos corporativos, natural neste mês do ano. A taxa de ocupação ficou em 52,03% no mês de junto, ante 55,09% de junho.

Cervejas da região são eleitas as melhores do mundo

As cervejas especiais, ou artesanais, produzidas na região de Campinas fizeram bonito na Copa do Mundo das cervejas, realizada Norwich, no Reino Unido. Três das sete marcas brasileiras premiadas pelos jurados são fabricadas em Campinas, sendo duas eleitas as melhores do planeta. O maior prêmio da World Beer Awards 2026 foi conquistado pela Cervejaria Landel, que, além de levar o prêmio máximo com a melhor Milkshake IPA/New England IPA, Melhor IPA do Mundo. Esse é o prêmio máximo de toda a categoria de cervejas do estilo India Pale Ale do concurso no mundo. Já a Sim! Cerveja Sem Álcool com a Coffee Dry Stout, levou o bicampeonato na categoria No & Low Alcohol Stout & Porter”.

Consórcio compra 100% da ODATA

O consórcio formado pelas empresas Artificial Intelligence Infrastructure Partnership, MGX e a Global Infrastructure Partners, da BlackRock, concluíram a aquisição de 100% da Aligned Data Centers. A transação atribui à companhia um valor empresarial de aproximadamente US$ 40 bilhões e inclui as operações da ODATA na América Latina. O consórcio também comprometeu US$ 5 bilhões adicionais em capital para financiar a expansão da Aligned e ampliar a capacidade de data centers preparada para atender cargas de trabalho de inteligência artificial.

ODATA tem operações em duas cidades da RMC

A aquisição da ODATA tem reflexos diretos na Região Metropolitana de Campinas (RMC). Além de um data Center já em operação na cidade de Hortolândia, o grupo anunciou no final de 2025 a construção de uma nova operação na região. Com investimento de US$ 1,2 bilhão, a ODATA já iniciou a construção de um novo complexo em Sumaré, desenvolvido exclusivamente para inteligência oficial (IA). A estimativa é que as obras levem até 18 meses.

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