Os pequenos negócios representam cerca de 26% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e são responsáveis por R$ 40 de cada R$ 100 dos salários pagos no Brasil. Dados de julho, divulgados pelo Sebrae-SP, com base em informações da Receita Federal, mostram que 22 cidades da região de Campinas reúnem 451.595 pequenos negócios. Desse total, 255.922 (56,7%) são microempreendedores individuais (MEIs), 159.756 (35,3%) são microempresas (MEs) e 35.917 (8%) são empresas de pequeno porte (EPPs). Quase metade delas estão estabelecidas em Campinas: 204.994 pequenos negócios, o equivalente a cerca de 45% de todas as empresas da região.
Em alta, Consórcio é o novo foco do empresário Carlos Wizard
Diante das altas taxas de juros para captação de empréstimos e formação de patrimônio, famílias e empresas brasileiras estão investindo cada vez mais em consórcios como opções de médio e longo prazo. Esse mercado registrou 14,6% de crescimento no primeiro semestre. De olhos nessa expansão, o empresário Carlos Martins Wizard, acaba de entrar no setor de consórcios com uma nova aposta. O fundador da rede de escolas de idiomas Wizard tornou-se sócio da FVL Consórcios.
Projeto visa expansão da rede através de franquias
Atualmente, a rede tem dez unidades e pretende chegar a 50 franquias ainda em 2026. A estratégia combina dois mercados que fazem parte da trajetória empresarial de Wizard: consórcios e franquias. O modelo da FVL prevê unidades com investimento inicial a partir de R$ 30 mil, incluindo uma modalidade de microfranquia que pode funcionar no formato home based.
Região recebe investimento bilionário para data center
Os investimentos para construção ou ampliação de data centers seguem acelerados e colocam a região de Campinas no foco das atenções. A Actis, através da TERRANOVA, acaba de anunciar um investimento bilionário, de R$ 5 bilhões iniciais e que poderá chegar a R$ 20 bilhões, para implantação de uma planta no futuro Polo de Inovação para o Desenvolvimento Sustentável (PIDS), localizado às margens da rodovia Campinas/Mogi, em frente ao Alphaville. O Campus da empresa em Campinas será voltado para processamento de aplicações de inteligência artificial.
O novo empreendimento vai ocupar uma área de aproximadamente 944 mil metros quadrados, com cerca de 115 mil metros quadrados destinados à área construída. O campus, que conta com incentivos fiscais da Prefeitura de Campinas, foi projetado para receber 3,6 mil trabalhadores diretos e indiretos.
Com uma geração de riquezas de R$ 67 bilhões, o 19º maior Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e segundo da Região Metropolitana de Campinas (RMC), Paulínia faz planos para ampliar ainda mais sua participação no mercado internacional, através das exportações. A Prefeitura abriu um levantamento para identificar empresas, investidores e projetos interessados em ampliar negócios, atuar no mercado internacional ou instalar novas operações no município. A ideia da administração local é instalar na cidade a primeira Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Estado de São Paulo. A implementação da ZPE, no entanto, depende do aval do governo federal
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