Três meses depois de receber aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para produzir a primeira caneta emagrecedora produzida no País, após a queda da patente Ozempic, o Grupo EMS acaba de receber novo sinal verde do órgão federal. A Anvisa aprovou nesta semana duas canetas de semaglutida para o tratamento do diabetes. Uma é a versão genérica da EMS, com fábrica em Hortolândia. O medicamento a ser utilizado terá como princípio o Ozivy, que chegou ao mercado brasileiro em junho deste ano. A outra caneta é a Semaclique, que será produzida pela Germed e comercializado pela Brace Pharma. As duas empresas também fazem parte do Grupo EMS.
Chegada das canetas ao mercado ainda não tem data prevista
Segundo a EMS, a aprovação das canetas destinadas ao tratamento do diabetes, faz parte da estratégia da companhia de ampliar o acesso a medicamentos de alta tecnologia no país. De acordo com a companhias, os dois novos produtos injetáveis ainda não têm data prevista para desembarcar no mercado. O início da comercialização depende de definições de preço de mercado.
Aluguel residencial de Campinas teve a terceira maior alta nacional em doze meses
Morar de aluguel em Campinas tem sido um desafio cada vez maior para o orçamento das famílias. Segundo o Índice FipeZAP, que mede mensalmente os preços nas capitais e maiores cidades brasileiras, a alta de preço no acumulado dos últimos 12 meses é de 18,24%, frente aos 9,28% da média nacional. Entre todas as cidades monitoradas, Campinas teve a terceira maior alta do aluguel, só superada por Niterói, no Rio de Janeiro (26,51%) e Teresina (PI), 19,16. No acumulado de 2026, o aluguel em Campinas já acumula alta de 9,01%
Ruim para o inquilino, bom para os proprietários
Se para os inquilinos o aumento com o custo da locação é uma dor de cabeça, para os proprietários, manter um imóvel alugado parece ser um bom negócio. De acordo com o Índice FipeZAP, o valor médio do metro quadrado em julho na cidade sede da Região Metropolitana de Campinas (RMC) foi de R$ 55,52. No acumulado de 2026, o retorno soma 8,23%, ante a média nacional de 6,14%. O retorno do aluguel em Campinas só perde para o de Santos, no litoral paulista, impulsionado pelos turistas, que acumula alta de 8,44%.
Fundo imobiliário desembolsa R$ 140 milhões por galpão logístico na região
A Região Metropolitana de São Paulo continua dominando o marcado de galpões logísticos. Mas o interior de São Paulo, principalmente cidades com boa infraestrutura, localização e mercado consumidor em alta, também desperta o interesse de grupos e fundos imobiliários. E a região de Campinas é uma delas. O Vinci Logística Fundo de Investimento Imobiliário assinou nesta semana um documento vinculante para a aquisição de um condomínio logístico em Campinas, localizado próximo ao Aeroporto Internacional de Viracopos. O Fundo vai desembolsar R$ 140 milhões pelo empreendimento de 46.296 m² de Área Bruta Locável (ABL), já 100% locado para diversas empresas.
Demanda eleva valor do m2 dos galpões na região
O aumento da demanda por galpões logísticos no interior de São Paulo começa a refletir diretamente dos preços das locações dos espaços. Um levantamento realizado pela Colliers e divulgado pelo portal Metro Quadrado, aponta crescimento da demanda em cidades como Campinas, Piracicaba e Ribeirão Preto. Duas dessas cidades acabam de entrar para o grupo de municípios onde o valor do m2 ultrapassou a barreira dos R$ 30. Em Piracicaba, a média de preço bateu em R$ 31,50, enquanto Campinas registou R$ 30,90 por metro quadrado.
Paulínia é ponto de partida de projeto nacional da Ultragaz
A Ultragaz escolheu a cidade de Paulínia, na Região Metropolitana de Campinas (RMC) para implementar um projeto nacional de expansão das bases próprias de abastecimento de biometano. A primeira estação de abastecimento, inaugurada na terça-feira (18) na planta local, tem capacidade para abastecer até 20 mil m³/dia e atenderá cerca de 200 caminhões da frota de distribuição de gás liquefeito de petróleo (GLP) da companhia. Inicialmente, a unidade abastecerá os caminhões que atendem, mensalmente, cerca de 6 mil clientes empresariais no interior de São Paulo. A empresa não anunciou o valor investido.
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