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Quinta-feira, 20 de Agosto 2026
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Anvisa aprova duas canetas do Grupo EMS para tratamento do diabetes

Chegada das canetas ao mercado ainda não tem data prevista

Anvisa aprova duas canetas do Grupo EMS para tratamento do diabetes
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Três meses depois de receber aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para produzir a primeira caneta emagrecedora produzida no País, após a queda da patente Ozempic, o Grupo EMS acaba de receber novo sinal verde do órgão federal. A Anvisa aprovou nesta semana duas canetas de semaglutida para o tratamento do diabetes. Uma é a versão genérica da EMS, com fábrica em Hortolândia. O medicamento a ser utilizado terá como princípio o Ozivy, que chegou ao mercado brasileiro em junho deste ano. A outra caneta é a Semaclique, que será produzida pela Germed e comercializado pela Brace Pharma. As duas empresas também fazem parte do Grupo EMS.

Chegada das canetas ao mercado ainda não tem data prevista

Segundo a EMS, a aprovação das canetas destinadas ao tratamento do diabetes, faz parte da estratégia da companhia de ampliar o acesso a medicamentos de alta tecnologia no país. De acordo com a companhias, os dois novos produtos injetáveis ainda não têm data prevista para desembarcar no mercado. O início da comercialização depende de definições de preço de mercado.

Aluguel residencial de Campinas teve a terceira maior alta nacional em doze meses

Morar de aluguel em Campinas tem sido um desafio cada vez maior para o orçamento das famílias. Segundo o Índice FipeZAP, que mede mensalmente os preços nas capitais e maiores cidades brasileiras, a alta de preço no acumulado dos últimos 12 meses é de 18,24%, frente aos 9,28% da média nacional. Entre todas as cidades monitoradas, Campinas teve a terceira maior alta do aluguel, só superada por Niterói, no Rio de Janeiro (26,51%) e Teresina (PI), 19,16. No acumulado de 2026, o aluguel em Campinas já acumula alta de 9,01% 

Ruim para o inquilino, bom para os proprietários

Se para os inquilinos o aumento com o custo da locação é uma dor de cabeça, para os proprietários, manter um imóvel alugado parece ser um bom negócio. De acordo com o Índice FipeZAP, o valor médio do metro quadrado em julho na cidade sede da Região Metropolitana de Campinas (RMC) foi de R$ 55,52. No acumulado de 2026, o retorno soma 8,23%, ante a média nacional de 6,14%. O retorno do aluguel em Campinas só perde para o de Santos, no litoral paulista, impulsionado pelos turistas, que acumula alta de 8,44%.

Fundo imobiliário desembolsa R$ 140 milhões por galpão logístico na região

A Região Metropolitana de São Paulo continua dominando o marcado de galpões logísticos. Mas o interior de São Paulo, principalmente cidades com boa infraestrutura, localização e mercado consumidor em alta, também desperta o interesse de grupos e fundos imobiliários. E a região de Campinas é uma delas. O Vinci Logística Fundo de Investimento Imobiliário assinou nesta semana um documento vinculante para a aquisição de um condomínio logístico em Campinas, localizado próximo ao Aeroporto Internacional de Viracopos. O Fundo vai desembolsar R$ 140 milhões pelo empreendimento de 46.296 m² de Área Bruta Locável (ABL), já 100% locado para diversas empresas.

Demanda eleva valor do m2 dos galpões na região

O aumento da demanda por galpões logísticos no interior de São Paulo começa a refletir diretamente dos preços das locações dos espaços. Um levantamento realizado pela Colliers e divulgado pelo portal Metro Quadrado, aponta crescimento da demanda em cidades como Campinas, Piracicaba e Ribeirão Preto. Duas dessas cidades acabam de entrar para o grupo de municípios onde o valor do m2 ultrapassou a barreira dos R$ 30. Em Piracicaba, a média de preço bateu em R$ 31,50, enquanto Campinas registou R$ 30,90 por metro quadrado.

Paulínia é ponto de partida de projeto nacional da Ultragaz

A Ultragaz escolheu a cidade de Paulínia, na Região Metropolitana de Campinas (RMC) para implementar um projeto nacional de expansão das bases próprias de abastecimento de biometano. A primeira estação de abastecimento, inaugurada na terça-feira (18) na planta local, tem capacidade para abastecer até 20 mil m³/dia e atenderá cerca de 200 caminhões da frota de distribuição de gás liquefeito de petróleo (GLP) da companhia. Inicialmente, a unidade abastecerá os caminhões que atendem, mensalmente, cerca de 6 mil clientes empresariais no interior de São Paulo. A empresa não anunciou o valor investido.

 

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