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Sexta-feira, 19 de Julho de 2024
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Viracopos investe R$ 37 milhões para reativação de terminal de cargas e mira em ampliação

Projeto faz parte do plano de desenvolvimento imobiliário do aeroporto

Viracopos investe R$ 37 milhões para reativação de terminal de cargas e mira em ampliação
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Desativado em 2016, o antigo terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Viracopos virou novo Terminal Logístico de Viracopos, destinado às operações de cargas nacionais, internacionais e remessas expressas. As obras para reformas e adequações receberam investimentos de R$ 37,5 milhões. A mudança permitira com que o aeroporto se torne o maior complexo de carga aérea do Brasil, ampliando sua capacidade de recebimento dos mais variados tipos de produtos de importação, exportação, carga nacional e remessas expressas.

Segundo a administradora de Viracopos, o projeto faz parte do plano de desenvolvimento imobiliário do aeroporto de Viracopos, que tem em seu projeto o conceito de ‘Aerotropolis’,  no qual o aeroporto é uma centralidade e em seu entorno desenvolve-se empreendimentos com diversas opções de novos negócios.

O Terminal Logístico foi desenvolvido em um terreno de 39,2 mil m², divididos em três fases de ampliação. A primeira fase, entregue neste dia 30 de abril, conta com a ABL (Area Bruta Locável) de 15.215 m², com uma taxa de ocupação de 48%, o que possibilitou disponibilização de uma grande área para estacionamento de veículos leves e pesados. As obras desta etapa tiveram investimentos de R$ 37,5 milhões. Nesta primeira fase, o espaço terá capacidade para processar até 9,5 mil toneladas de carga por mês.

Já a segunda fase do novo espaço tem a entrega prevista para dezembro deste ano. Serão liberadas mais 4.000 m² de área, com investimentos de R$ 17,6 milhões por parte da concessionária.

A terceira fase do novo terminal deve ser concluída até o final de 2025, com a entrega de mais 20.000 m² e investimentos de R$ 60 milhões por parte da concessionária do aeroporto, totalizando investimentos na ordem de R$ 115 milhões no novo complexo de carga, que terá um total de Área Brutal Locável de 39.000 m².

O atual Terminal de Carga de Viracopos, que no ano passado movimentou 300 mil toneladas, tem uma área total de 90.000 m². Com mais 39.000 do novo terminal logístico, Viracopos deve ter uma área total de 129.000 m² destinadas ao processamento e armazenamento de cargas.     

CPQD e Inventta investem R$ 13,6 milhões na implantação de Hub de Inovação em Campinas

Fortalecer o potencial inovador de Campinas, por meio de iniciativas e atividades envolvendo diferentes atores do ecossistema regional de inovação – entre eles, startups, empresas, universidades e instituições de pesquisa, investidores, agentes de fomento, etc. Esse é o objetivo do Hub de Inovação que está sendo criado pelo CPQD, em parceria com a Inventta Consultoria, a partir de projeto contemplado com recursos do FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) para propostas aprovadas no Edital Parques Tecnológicos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e Finep.

O contrato, que acaba de ser assinado com a Finep, tem prazo de execução de 36 meses e prevê a destinação de recursos não reembolsáveis, no valor total de R$ 13,6 milhões, para a implantação de um Hub de Inovação com foco na Internet do Futuro – Web 3.0 e sua evolução (Web3+). O novo hub tem sua base no Parque Tecnológico do CPQD (Pólis de Tecnologia), que irá hospedar as iniciativas e atividades programadas, como eventos, treinamentos, desenvolvimento de projetos colaborativos de inovação, bem como espaços para abrigar startups e para encontros entre parceiros.

“Será um hub de inovação e colaboração para todo o ecossistema de Campinas, destinado a acelerar o desenvolvimento de competências digitais na região”, ressalta Bruno Moreira, fundador e presidente do Conselho da Inventta – que há 20 anos atua em projetos de inovação corporativa e consultoria de estratégia. “A ideia é gerar massa crítica, com uma visão mais ampla da inovação, atraindo startups alinhadas ao objetivo do hub e, também, times de inovação de corporações e outros atores do ecossistema regional”, acrescenta.

Rubens Maeda, gerente de Ambientes de Inovação do CPQD, explica que a execução do projeto tem dois pilares principais: montagem do espaço físico do Hub de Inovação, que terá uma área de mais de 2.700 metros quadrados distribuídos em um prédio de três andares, e estruturação do hub como negócio e catalisador da geração de impacto no ecossistema de inovação. “Para isso, a intenção é incorporar tudo o que o CPQD já vem estruturando nos últimos anos, com base em suas competências tecnológicas, e a experiência da Inventta na área de empreendedorismo e inovação. O projeto também prevê parcerias com a iniciativa privada, colaboração multissetorial, transferência de tecnologia, geração de novos negócios e capacitação de pessoas”, afirma.

Segundo o diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Finep, Carlos Aragão, “os parques tecnológicos são uma estrutura muito importante para a pesquisa e o desenvolvimento tanto local como regional, com capacidade para alavancar e integrar ecossistemas de inovação, contribuindo para o aumento da competitividade do país e a interação entre empresas e instituições de ciência e tecnologia (ICTs)”.

O Hub de Inovação está aberto à participação dos diversos atores desse ecossistema interessados em estabelecer novas conexões e parcerias.

Projeção prevê projeção de 2,3% do PIB paulista

De acordo com boletim da Fundação Seade para 2024 divulgado nesta semana, o Produto Interno Bruno (PIB) do estado de São Paulo tem projeção de crescimento de  2,3%, ligeiramente acima do índice nacional, de 2,05%, de acordo com Boletim Focus do Banco Central. Segundo o boletim da Fundação Seade, neste ano, o perfil de crescimento da economia brasileira e paulista deve ser, conforme aponta o estudo, mais concentrado na recuperação do investimento privado e do consumo doméstico – e menos influenciado pela indústria extrativa mineral e pela agropecuária, como ocorreu em 2023 – e isso deve favorecer a economia paulista.

A apuração do Seade pontua, em contraponto, fragilidade na atual melhora da atividade industrial e desaceleração no ritmo de expansão dos serviços, fatores que poderão impor restrições ao resultado do PIB no final do ano. Apenas o comércio varejista demonstra melhor ritmo de desempenho, de acordo com o levantamento.

Complementam o quadro, entre outros dados, a manutenção do crescimento do varejo paulista e a criação de postos de trabalho formais com recomposição salarial, o salário-mínimo reajustado em 7,7%, acima da inflação, as informações das pesquisas mensais do IBGE e sobre o mercado de trabalho, que observam como tendências no início do ano o aumento das vendas do varejo ampliado no estado de São Paulo e indicadores da indústria de transformação.

Outros fatores que também podem influenciar as projeções para o PIB paulista em 2024 são as incertezas geopolíticas e financeiras no cenário internacional, como os conflitos no Oriente Médio (entre o Hamas e Israel) e na Europa Oriental (entre Rússia e Ucrânia); a resiliência da economia americana, num contexto de inflação ainda elevada, com aumento da possibilidade de os juros nos EUA seguirem altos por um maior período, entre outras variáveis.

CURTAS

Fazenda Churrascada tem novos donos

O mercado gastronômico vive um momento agitado no mundo das fusões e aquisições. Nesta semana, o recém criado Heat Group anunciou a aquisição da Fazenda Churrascada, uma holding formada por cinco restaurantes, com faturamento na casa de R$ 150 milhões.

Campinas receber uma unidade no ano passado

Considerada a Disney do Churrasco, a rede está presente em Campinas, inaugurada no segundo semestre de 2023, em uma área na região da Lagoa do Taquaral.

Agibank, com sede em Campinas, capta R$ 350 milhões

A Agibank, com sede em Campinas, acaba de ganhar um reforço no caixa. A instituição bancária captou nesta semana R$ 350 milhões com a emissão Letras Financeiras Públicas. Os recursos devem ser aplicados na execução dos negócios do banco, para diversificar sua base de captação e lastrear as operações de crédito, comprovando a estratégia de alto crescimento com sustentabilidade. Essa foi a quinta emissão de das chamadas LFP.

 

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