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Segunda-feira, 09 de Fevereiro de 2026
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RMC tem seis dos 100 municípios com maior PIB do Brasil

Indaiatuba está entre elas, em 50º lugar

RMC tem seis dos 100 municípios com maior PIB do Brasil
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RMC tem seis dos 100 municípios com maior PIB do Brasil

A geração de riqueza na Região Metropolitana de Campinas (RMC) continua forte e pulsante, segundo o Instituto Brasileiro e Geografia e Estatísticas (IBGE). A Pesquisa Produto Interno Bruto dos Municípios 2023, divulgada na última sexta-feira (19) coloca seis cidades da região entre os 100 maiores PIBs brasileiros. Na 11ª posição nacional, Campinas, com uma economia diversificada, lidera o ranking regional. A segunda colocada é Paulínia (19º PIB do Brasil), seguida de Indaiatuba (50º), Hortolândia (72º), Sumaré (90º) e Americana (97º).

Paulínia lidera o PIB per capita na RMC

A Pesquisa Produto Interno Bruto dos Municípios 2023 também traz a ranking das cidades pelo PIB per capita (a média da distribuição do valor bruto total pelo número de habitantes). Sede da maior refinaria do Brasil e de várias multinacionais, Paulínia é a primeira cidade da região no PIB per capta. O município teve riqueza bruta de R$ 67,06 bilhões,, que dividido por seus 110.537 habitantes resulta em uma média de R$ 606.740,73, o quarto melhor resultado do ranking brasileiro.

Evolução do PIB per capta entre as cidades

O PIB per capita de Campinas registou alta em 2023, atingindo R$ 80.741, ante R$ 70.847 de 2022, subindo uma posição. Já a riqueza média em Indaiatuba saltou de R$ 105.343, em 2022, para R$ 110.518 em 2023. Em Hortolândia, o valor passou de R$ 90.520 para R$ 93.660. Em Sumaré, o valor médio da riqueza passou de R$ 63.507 para R$68.060. Por fim. Americana viu o PIB per capta pular de R$ 70.296 para R$ 74.188.

BYD projeta nova fábrica de ônibus na região

Com o mercado de veículos elétricos em expansão no país, a chinesa BYD vai investir em uma nova fábrica de ônibus e caminhões em solo brasileiro. A nova planta, com capacidade para até sete mil unidades – bem superior à capacidade atual da fábrica de Campinas – deve entrar em operação dentro de três anos, segundo planeamento da empresa. Marcelo Schneider, diretor de veículos comerciais da BYD Brasil, em entrevista para o portal Inside EVS, a empresa já tem encomendas para cerca de 1.2 mil chassis em 2026 — praticamente o dobro de tudo o que foi fabricado nos primeiros dez anos de operação no país.

Empresa vai instalar uma fábrica temporária na região

A nova mega planta para produção de chassis de ônibus e caminhões elétricos deve ser erguida no Estado de São Paulo, segundo projeções da BYD Brasil. Até que ela sai do papel, a multinacional deve instalar uma planta temporária na região de Campinas para, junto com a fábrica de Campinas, dar conta da demanda dos pedidos. O novo complexo deve ocupar uma área de aproximadamente 180 mil metros quadrados. A planta de Campinas ocupa cerca de 7 mil m2, em prédios alugados. 

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Coluna editada pelo jornalista Marcelo Oliveira sobre economia na Região Metropolitana de Campinas.

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