A Região Metropolitana de Campinas (RMC) subiu duas posições no ranking das cidades paulistas com maior geração de empregos no acumulado dos quatro primeiros meses de 2026. Segundo a Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, onze cidades da região estão na lista das 50 primeiras colocadas do Estado de São Paulo. As novas integrantes do TOP 50 são Santa Bárbara D’Oeste e Cosmópolis. Juntas, as onze cidades da RMC somam 19.920 novos postos criados, dos mais de 200 mil de todo o Estado.
Campinas segue na liderança, agora na quarta posição
A cidade de Campinas lidera na RMC em número de novos empregos criados entre janeiro e abril, com 6.321 postos, e ocupa a quarta colocação no Estado, uma posição acima do ranking de março. Sumaré segue na segunda posição regional e em 12º no Estado (2.973), seguida de perto por Indaiatuba, em 13º lugar (2.850). Itatiba vem na 21 posição (1.525), à frente de Hortolândia, em 23º (1.470). Em 38º aparece Valinhos (1.049), uma posição à frente de Santa Bárbara D’Oeste, em 39º, com 1.022 vagas criadas. Cosmópolis, com 928 postos, está na 44ª colocação, uma posição à frente de Americana (924). Holambra surge em 47º, com 858 empregos. Nova Odessa fecha as cidades da RMC, na 48ª posição, com 853 empregos.
Indaiatuba liderou a criação de novos empregos na RMC em abril
Já no ranking das principais geradoras de empregos no mês de abril, a RMC conta com oito cidades, com um saldo de 3.890 novos empregos formais. Indaiatuba foi a cidade com maior número de empregos na RMC no mês (776) e terceira em todo o Estado. Itatiba ficou na séria posição, com 597 empregos, uma posição à frente de Santa Bárbara D’Oeste, com 570. Holambra, com 516 postos criados, ficou 11º, uma posição à frente de Campinas, com 494. Hortolândia vem logo atrás, na 13ª posição, com 481. Com 245 postos, Cosmópolis e a atual 35ª cidade do ranking estadual. Valinhos fecha a lista das cidades da região, na 44ª posição, com saldo de 211 novos empregos.
Copa começa nesta semana e anima setores de comércio e serviço
Mesmo com diversos eventos acontecendo ao longo do mês, aproximação das férias escolares e o aperto financeiro para a maioria dos consumidores, comerciantes da região estão otimistas com as vendas na Copa do Mundo, que começa nesta semana e vai até o dia 19 de julho. A estimativa da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC) é de que o principal evento esportivo mundial movimente R$ 298,4 milhões na economia da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Entre bares e restaurantes, segundo pesquisa da Abrasel, 45% dos empresários acreditam que o crescimento pode chegar a até 20%.
Dia dos Namorados deve girar R$ 381 milhões
Em paralelo com o ponta pé inicial da Copa do Mundo, nesta semana também é comemorado o Dia dos Namorados. Esta é a terceira data de maior movimento para o comércio, atrás somente do Natal e Dia das Mães. Pela projeção da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC), a comemoração deve injetar R$ 381,3 milhões no comércio regional, volume 5,6% superior ao de 2025. Um dos segmentos mais procurados para as comemorações a dois é o de bares e restaurantes. De acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, 98% dos estabelecimentos da região de Campinas pretendem abrir na data, enquanto 67% esperam faturar mais do que em uma sexta-feira comum. Entre os empresários otimistas, 35% projetam crescimento de até 20% nas vendas, enquanto 33% esperam um aumento ainda maior.
Farmacêutica instala 600 placas solares em Campinas
A multinacional americana Organon anunciou a instalação de 600 placas solares na área onde está instalada a fábrica de medicamentos no Distrito de Sousas, em Campinas. De acordo com o portal de notícias CNN, o investimento destinado para o projeto vai ampliar em 22% o parque solar instalado. Com as novas 600 placas, a geração será ampliada em 522 MWh. O parque solar da farmacêutica tem hoje 3.210 placas fotovoltaicas voltadas para consumo próprio de energia. A unidade gera hoje 2.786 MWh, suficiente para abastecer cerca de 1.500 residências e equivalente a 19,2% do consumo.
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