O lazer vem ganhando espaço cada vez maior dentro da agenda e do orçamento das famílias da Região Metropolitana de Campinas (RMC). É que revela o estudo anual realizado pelo IPC Maps. Segundo a empresa de pesquisas, os gastos dos moradores da RMC em 2026 com viagens de turismo e hotelaria devem somar R$ 2.882 bilhões, uma alta de 14,4% na comparação com o ano passado. O maior volume dos gastos deve se concentrar na classe A, com 33,3% A classe B deve representar 11,4%, número bem próximo das classes D e E (11,3%). A classe C é que tem a menor intenção de gastos (2% do total previsto).
Número de empresas do setor vem aumentando
A pesquisa do IPC Maps também mostra os impactos dos gastos dos moradores com viagens e turismo nos setores da economia. Segundo o levantamento, o número de empresas como agências e de reservas teve um salto de 14,3% de 2025 para 2026. Existem hoje em operação na RMC 2.105 empresas ligadas ao segmento (264 a mais em relação a 2025). O número de empresas de alojamento é de 787, 94 a mais em relação ao ano passado, com alta de 13,6%.
Feriados prolongados derrubam ocupação nos hotéis da região
Três finais de semana de feriados prolongados e a consequente queda nos eventos corporativos impactaram os resultados da hotelaria da região de Campinas no mês de abril. Segundo pesquisa divulgada pelo Desempenho da Hotelaria do Estado de São Paulo (ABIH-SP), no mês passado a taxa de ocupação das unidades Entradas e Bandeiras e Polo Corporativo, que abrangem as cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC), foi de 57,49%, ante 62,84% do mês de março. Por outro lado, a taxa de ocupação média nos quatro primeiros meses do ano subiu de 56,28% para 56,58%.
Regiões têm boa representatividade no Estado
As regiões que formam as RTs Entradas e Bandeiras e Polo Corporativo têm um peso importante dentro da hoteleria do Estado de São Paulo. Elas representam 10,70% do total de Municípios do Estudo, 7,03% do total de hotéis e 11,27% do total de Uhs (quartos). O foco principal dos hospedes nessas regiões é composto pelo corporativo, que representa cerca de 80% do faturamento do seto.
Preço do imóvel em Campinas acelera em março
Ficou mais caro comprar um imóvel residencial em Campinas. Segundo o Índice FipeZAP, em março o valor pedido pelos proprietários teve uma alta de 0,61%, acima do 0,10% de fevereiro. Para efeito comparativo, a médias nacional do índice em março foi de 0,30%, enquanto o IGP-M, que corrige os valores do mercado, ficou em 0,52%. No ano, o acumulada dos três primeiros meses aponta uma alta média nos valores pedidos para venda de 0,63%.
Com aval da Anvisa, EMS entra no jogo bilionário das canetas
Com aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a EMS, instalada em Hortolândia, na Região Metropolitana de Campinas (RMC) está definitivamente na briga em um mercado que movimenta bilhões no Brasil. A farmacêutica teve aprovada a primeira caneta emagrecedora produzida no País, após o término da patente Ozempic. A empresa espera faturar com o Ozivy R$ 500 milhões no prazo de doze meses. O produto deve chegar ao mercado nos próximos 30 dias.
SIG investe para bater de frente com a Tetra Pak
A disputa pelo mercado nacional de caixinhas para alimentos e bebidas vai esquentar ainda mais nos próximos anos, tendo como protagonistas duas empresas instaladas na Região Metropolitana de Campinas (RMC). O Grupo SIG anunciou investimento de R$ 170 milhões para ampliação e modernização de suas linhas de produção em Vinhedo e Campo Largo, no Paraná. O objetivo é ampliar a produção de caixinhas longa vida e acirrar a disputa com a multinacional Tetra Pak, com unidade em Monte Mor.
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