O mercado de trabalho na Região Metropolitana de Campinas (RMC) segue aquecido. Em agosto, 4.149 mil novos empregos foram gerados nas 20 cidades que integram a região, segundo o Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. O número representa a diferença entre as contratações e demissões do mês. Serviços e comércio foram os setores com maior criação de novas vagas com carteira assinada no período. A construção civil, mesmo com vários lançamentos imobiliários, terminou o mês com o maior número de vagas fechadas.
Cinco das 20 cidades perderam vagas no mês
Outro dado revelado pelo Caged em agosto é que 15 das 20 cidades apresentaram saldo positivo de empregos. Dentre as cinco cidades que tiveram mais demissões que admissões, Indaiatuba puxou o ranking negativo, com 321 postos eliminados, sendo que serviços (-432) e indústria (-103) foram os que tiveram pior desempenho. Paulínia também teve saldo negativo de 317 postos.
Em oito meses, saldo acumulado já supera 28 mil vagas preenchidas
Ainda de acordo com os dados do Caged, no acumulado do ano mais de 29 mil pessoas conseguiram um novo emprego na Região Metropolitana de Campinas RMC). De janeiro a agosto, nos 20 municípios foram registradas 461.453 admissões e 433.295 demissões, que resultou em um saldo de 28.158 empregos com carteira assinada. Dezenove municípios apresentam resultado positivo no ano de 2026.
O setor de alimentação fora do lar da Região Metropolitana de Campinas (RMC) criou 126 empregos com carteira assinada em agosto. O resultado representa sete meses consecutivo de saldo positivo em bares e restaurantes da região. No acumulado de janeiro a agosto, o saldo do setor nas 20 cidades da RMC chega a 2.656 novos postos. O setor criou 126 empregos com carteira assinada em agosto, segundo o Caged.
Estudo anual realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) e divulgado na semana passada revela que a cidade de Campinas vem aumentando a sua arrecadação proporia, quando não depende de repasses dos governos federal e estadual. Em 2025, Campinas arrecadou 4.964.364.362,51bilhões, ficando na sexta colocação entre as primeiras 100 cidades brasileiras. A cidade sede de Região Metropolitana de Campinas (RMC) só ficou atrás, pela ordem, de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador. O estudo considera dados do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro sobre as receitas próprias arrecadadas por cada município.
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