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Quinta-feira, 21 de Maio de 2026
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RMC tem seis das 50 cidades que mais geraram empregos em março no Estado

Indaiatuba está em 9º lugar

RMC tem seis das 50 cidades que mais geraram empregos em março no Estado
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Campinas, terceira colocada (2.392 novos empregos), Indaiatuba, em nono (973 postos), Paulínia, em 11º (809), Holambra em 17º (621), Hortolândia em 20º (540) e Valinhos na 39ª posição (346), estão entre as 50 cidades paulistas com maior número de novas vagas formais criadas no mês de março, segundo a Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. Juntas, as seis cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC) tiveram 5.681 dos 67.876 postos preenchidos no Estado no terceiro mês de 2026.

No trimestre, nove cidades entre as maiores geradoras de empregos

Já no acumulado do primeiro trimestre, a RMC aparece com nove municípios no TOP 50 das cidades campeãs em geração de vagas do Estado de São Paulo. Juntas, elas tiveram 15.966 postos criados de um total de 183.054 em todo o Estado de São Paulo. Campinas aparece na 5ª posição (5.766). Sumaré vem em 11º lugar (2.891), seguida por Indaiatuba, no 14º lugar (2.089), Hortolândia, em 33º (991), Americana, em 34º (929), Itatiba. Logo a seguir, em 35º (924), Valinhos, em 38º (827), Nova Odessa em 39º (821) e Paulínia, encerrando a lista da RMC, na 46ª posição (728).

Construção gera 1,2 mil empregos na região em março

O setor da construção civil da região de Campinas voltou a ganhar tração em março. Após um fevereiro abaixo da média, com saldo de 294 vagas, o número de novas oportunidades preenchidas voltou a subir em março, segundo levantamento divulgado pelo Sinduscon-SP. A região apresentou o segundo melhor desempenho do mês, com 1.223 vagas. O estoque total atual é de 103,1 mil empregados, segundo maior estoque do estado. A Capital manteve-se na primeira posição, com 5.191 vagas no mês.

Contratações do setor sobem 4,1% em 2026

Segundo o levantamento do sindicato patronal, o número de novas vagas preenchidas na regional Campinas teve uma alta de 4,1% no acumulado do primeiro trimestre e de 0,46% em doze meses. O segmento com maior número de pessoas empregadas na região é o de serviços, com 44.909. A área de Infraestrutura aparece a seguir, com 30.312, seguida de Edificação, com 27,9 mil empregados.

Campinas é a quarta cidade brasileira em atração de eventos internacionais

O mercado mundial de eventos registrou um crescimento de 18% em 2025, movimentando a economia, o turismo e o setor hoteleiro. O Brasil aparece como um dos principais destinos dos eventos internacionais, alcançando a 13ª posição, duas colocações acima do Ranking do ano anterior, de acordo com o Ranking ICCA 2025, divulgado nesta terça-feira (19), na Alemanha.  Campinas subiu uma posição, sendo a quarta cidade dentre os destinos brasileiros, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Referência de várias gerações, Estrela pede recuperação judicial

O atual momento econômico brasileiro, com recorde de inadimplência e queda nas vendas em diversos setor, acaba de atingir uma das empresas mais tradicionais do setor de brinquedos. Referência de várias gerações e com produtos que marcaram época, como Banco Imobiliário, Autorama, Falcon, Genius, Susi, Comandos em Ação e Super Massa, a Estrela pediu recuperação judicial. Com dívida na casa de R$ 109 milhões, a fabricante, que tem fábrica em Itapira, tomou a decisão para colocar a casa em ordem. a decisão de ajuizar a recuperação judicial decorre da necessidade de reestruturar o passivo do grupo, em um contexto de pressões econômicas e setoriais. A Estrela mantém operações industriais em São Paulo, Minas Gerais e Sergipe.

Corda no pescoço: setor produtivo brasileiro negocia R$ 670 bi em dívidas

A situação econômica turbulenta enfrentada pela Estrela não é caso isolado no momento. Somente no primeiro trimestre foram protocolados 5.931 pedidos de recuperação judicial no Brasil, número considerado recorde. Outro dado preocupante divulgado nesta semana é o volume de dívidas que estão sendo negociadas pelas empresas brasileiras. Segundo o jornal Valor Econômico, o montante é de R$ 670 bilhões, o equivalente a 10% do total do crédito destinado pelas instituições financeiras para as empresas. Ou seja, a cada R$ 10 reais, R$ 1 esta sendo negociado.

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Coluna editada pelo jornalista Marcelo Oliveira sobre economia na Região Metropolitana de Campinas.

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