Em meio à crise energética mundial, com o petróleo um dos mais afetados com a guerra no Irã, a Petrobrás anunciou na última sexta-feira um plano de investimento de R$ 37 bilhões no Estado de São Paulo no período de 2027 a 2030. O recurso será destinado para as áreas de exploração e produção, refino, gás e energia, biocombustíveis e logística. Do total previsto, R$ 17 bilhões serão destinados ao segmento de refino. A Replan, em Paulínia, na Região Metropolitana de Campinas (RMC) será contemplada com R$ 6 bilhões. A refinaria possui capacidade de processamento de 434 mil barris por dia, equivalente a cerca de 20% da capacidade de refino do Brasil. A Replan é responsável por aproximadamente 1% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, segundo a estatal.
Copa pode injetar quase R$ 300 milhões na economia regional
Faltando menos de um mês para o início da competição, a Copa do Mundo de Futebol já começa a aquecer o comércio regional. E a expectativa é de que a competição possa injetar R$ $ 298,4 milhões nos setores de comércio e serviços, segundo levantamento feito pelo Departamento de Economia da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC). O volume estimado para este ano representa um crescimento de 19,4% em comparação a edição de 2022. Os segmentos que devem ser mais beneficiados com o consumo serão os de bares e restaurantes, supermercados, lojas de eletroeletrônicos — especialmente com aumento nas vendas de televisores — além de vestuário, turismo e apostas esportivas.
Região cai em ranking imobiliário de alto padrão
Campinas, Indaiatuba e Santa Bárbara D’Oeste, cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC), perderam posições no mercado imobiliário de alto padrão (renda familiar superior a R$ 24 mil e imóveis a partir de R$ 811 mil) no primeiro trimestre de 2026. É o que mostra o Índice de Demanda Imobiliária (IDI) Brasil, realizado pela Sienge, CV CRM e Grupo Prospecta, em parceria com a CBIC. O levantamento mede diversos indicadores de atratividades para o comprador em 81 municípios brasileiros, incluindo as capitais. As três primeiras posições ficaram com Brasília, São Paulo e Goiânia.
Campinas segue na primeira colocação da RMC
Segundo o Índice de Demanda Imobiliária (IDI) Brasil, Campinas segue como primeira colocada entre as cidades da RMC em atratividade de negócios no mercado de alto padrão. Mas caiu duas posições na comparação com o IDI do quarto trimestre de 2025. A cidade começou o ano de 2026 na 15ª posição no ranking nacional do mercado imobiliário de alto padrão, com IDI 5,50 (terminou 2025 com IDI total de 5,83). Segundo o Índice, a atratividade da cidade neste segmento é considerada média. Indaiatuba caiu da 53ª para 58ª posição, com IDI 3,56. Por sua vez, Santa Barbara D’Oeste passou de 73 para 77 (nota 2,34)
Preços de aluguel residencial em alta
Os preços de aluguel e venda de imóveis residenciais seguem em alta na cidade de Campinas neste início de ano. O Índice FipeZap, que mede a variação mensal nas capitais e maiores cidades do Brasil, apontou uma aceleração em abril, com alta de 1,12%, bem acima do 0,49% de março. Com isso, o valor acumulado no ano chega a 2,56% e 14,33% em doze meses. Para efeito de comparação, em doze meses o IGP-M (índice utilizado para reajustes de contratos) é de 0,61%.
Valor de venda também sobe, mas em menor rítmo
O valor de venda de imóveis residenciais também vem apresentando altas neste início de ano na cidade de Campinas. Segundo o Índice FipeZap, em abril a alta foi de 0,89%, acima da média nacional, que foi de 0,51%, mas inferior ao IGP-M (+ 2,73). No acumulado de janeiro a abril o aumento do valor do metro quadrado acumula reajuste de 2,52% e, em doze meses, 8,48%.
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