Aguarde, carregando...

Segunda-feira, 27 de Julho 2026
Gabriel
Gabriel
Colunas BUSINESS NEWS RMC

Região de Campinas recebeu em 2023 R$ 21 bi em novos investimentos

O montante da Região Administrativa de Campinas equivale a 14,1% do aporte total estadual.

Região de Campinas recebeu em 2023 R$ 21 bi em novos investimentos
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

A região de Campinas recebeu em 2023 mais de R$ 21 bilhões em novos investimentos. Do total anunciado, 99% destinou-se a implantação de operações, enquanto apenas 1% foram utilizados para ampliação dos negócios. O estudo foi realizado pelo Observatório PUC-Campinas. A Região de Campinas foi a que mais cresceu em comparação com as demais regiões do Estado de São Paulo

Segundo Cristiano Monteiro da Silva, coordenados do estudo, o valor dos investimentos confirmados, em 2023, veio bem acima da média. “Trata-se de um ótimo resultado, diante do que é avistado em outras localidades regionais do Estado de São Paulo”, disse.

A pesquisa faz parte de atividade específica decorrente do Acordo de Cooperação Técnica entre o Observatório PUC-Campinas e a Prefeitura Municipal de Campinas para auxiliar na tomada de decisões e investimentos pelo setor público e também privado. A análise foi realizada a partir de dados disponibilizados pelo SEADE (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados) em 2024.

“A força dos investimentos confirmados mostrou-se associada às relações entre as atividades produtivas da Indústria e o sistema local de serviços intensivos em conhecimentos e tecnologias, sobretudo, o que se avista em serviços intensivos em conhecimentos e tecnologias característicos da Revolução 4.0”, disse.

Os investimentos destinados ao setor de serviços envolveram as atividades de pesquisa e desenvolvimento científico, sendo que esta atividade foi a que mais investiu no período em pauta, além dos investimentos em atividades da atenção à saúde humana e os serviços especializados em construção.

A infraestrutura contou com investimentos em eletricidade, gás e outras utilidades, transporte terrestre, as atividades de captação, tratamento e distribuição de água e o armazenamento e atividades de transporte. O comércio varejista também realizou investimentos.

Governo do Estado pretende ampliar potencial logístico da região de Campinas

O Governo do Estado está elaborando planos estratégicos para atração de investimentos industriais e ampliar o potencial de cada região do Estado de São Paulo. A informação foi revelada pelo secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, Jorge Lima, durante encontro com empresários na Associação Comercial de São Paulo. Para a região de Campinas, uma das propostas reveladas tem como foco o setor logístico.

O secretário disse em entrevista ao portal Diário do Comércio, que a necessidade de reindustrializar São Paulo, que existe uma necessidade de recuperar o modal ferroviário e reduzir o custo logístico.

Para ele, mesmo regiões com economias mais desenvolvidas, como a de Campinas, poderiam ter seus potenciais ampliados com investimentos em logística. O secretário disse que as regiões de Campinas e o Vale do Paraíba têm 46 milhões de consumidores e possuem a segunda maior renda per capita do Brasil. São localidades bem atendidas por estradas e aeroportos para carga e passageiros. "Somando esse potencial à recuperação ferroviária e hidroviária, teremos regiões imbatíveis em logística."

Ele disse que  se fosse um país, o estado de São Paulo seria a 21ª economia do mundo. Mas quando se olha o PIB interno, nota-se um desequilíbrio muito forte: 81% da riqueza fica concentrada em quatro localidades - Região Metropolitana de São Paulo, Campinas, São José dos Campos e Sorocaba. 

Lima revelou que tem elaborado estratégias para desenvolver o potencial econômico de cidades que hoje possuem PIB marginal, um plano que vai depender do engajamento do empresariado paulista.

Projeto de Lei que tramita na Câmara dos Deputados; medida pode injetar R$ 7,2 bi na economia, calcula a Abcorban

Cerca de 384.992 mil brasileiros inscritos no Instituto Nacional de Previdência Social (INSS) poderão ganhar um fôlego financeiro para quitar suas dívidas. O Projeto de Lei (PL) 5528/23, em análise para entrar em tramitação na Câmara dos Deputados, permite que beneficiários do auxílio-acidente contratem empréstimo consignado. Hoje, apenas quem recebe aposentadoria, pensão ou Benefício da Prestação Continuada (BPC) pode contratar o consignado. O PL é visto como positivo pela Associação Brasileira dos Correspondentes Bancários (Abcorban), com sede em Campinas, pois além de dar fôlego aos beneficiários, também vai movimentar a economia em todo o país, com um potencial de R$ 7,2 bilhões.

Autor do projeto, o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), em matéria na Agência Câmara, argumenta que a atual legislação do crédito consignado é desigual. “Ao caracterizar determinada renda como alimentar, não me parece ser possível diferenciar o auxílio-acidente dos benefícios de aposentadoria e pensão”, argumenta.

Ele lembra que o auxílio-acidente é um benefício de natureza indenizatória e permanente, pago ao segurado do INSS acidentado que apresenta sequela que reduza sua capacidade para o trabalho de forma irreversível.

Pelo texto do PL, os descontos e as retenções não poderão ultrapassar 45% do valor dos benefícios, sendo 40% exclusivamente para empréstimos, financiamentos e arrendamentos mercantis, e 5% para despesas contraídas por meio de cartão de crédito consignado.

Tiago Mauschi, presidente da Abcorban, entidade criada pelas empresas de crédito consignado e que empregar 400 mil trabalhadores em todo o Brasil, vê como positiva a proposta de inclusão desse grupo de beneficiários ao consignado. “Hoje, somente o INSS conta com 384.882 beneficiários, com um potencial de injetar R$ 7,2 bi na economia”, diz, “Com a queda do poder aquisitivo, seja pela inflação ou pela queda de rendimento, esse grupo enfrenta dificuldades para pagar suas contas no final do mês”, diz.

Segundo o presidente da Abcorban, através do acesso ao consignado e uso de forma consciente, essas pessoas poderão equilibrar o orçamento familiar e quitar dívidas. “Sem contar o impacto na economia e um novo estímulo para os correspondentes bancários, que sofrem com a  queda da remuneração nos últimos anos”.

Mauschi  lembra que empréstimos consignados são operações de crédito em que a cobrança das parcelas é feita diretamente da folha de pagamentos ou do benefício, reduzindo o risco de calote para as instituições financeiras.

CURTAS

Sistema Anhanguera / Bandeirantes terá R$ 1 bi em investimentos

A concessionária AutoBAn vai investir R$ 1 bilhão em obras de recuperação e pavimentação dos 159 quilômetros de extensão da Rodovia dos Bandeirantes e dos 147 quilômetros da Anhanguera. Os trabalhos terão início no próximo dia 1º de maio, com duração prevista de dois anos.

 

Veja também

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR